Escritório moderno em que foram aproveitadas as paredes e o canto de forma criativa e funcional. Pranchetas na parede servem de quadro de recados e tarefas. Mobiliário com linhas retas e simples valorizam a decoração do espaço.
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A DA Soluções Corporativas é uma empresa que oferece o melhor em móveis e assentos para escritórios, consultórios e bibliotecas. Trabalhamos com os melhores produtos e marcas: Cavaletti, Metalpox, Securit, Arvy, Bella Línea, Funcional e Luminárias Projeto. Nossos profissionais estão aptos a desenvolver o melhor projeto para seu negócio.
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terça-feira, 2 de outubro de 2012
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Inspire-se...
Pense colorido.....
A cor estimula a criatividade além de dar uma personalidade forte ao espaço.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Decoração de Escritórios
O escritório é um espaço onde passamos cada vez mais tempo, logo a sua decoração não deve ser descuidada para que não se crie um espaço sem vida em que não nos dá vontade de trabalhar e que a nossa produtividade seja baixa.
Investir na decoração do escritório seja da sua empresa seja da sua casa é dar uma identidade a ele.
Investir na decoração do escritório seja da sua empresa seja da sua casa é dar uma identidade a ele.
O escritório da sua empresa reflete a identidade dela? Pense nisso.
Com um mobiliário reto e simples e com a atenção aos detalhes passou-se uma ideia de eficiência e tecnologia
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Arquitetura Corporativa: da compreensão do cliente à execução da obra
Muitos especialistas discutem a idéia de que “os clientes não são todos iguais”. A principal identificação, dizem alguns, refere-se ao perfil psicológico, sobre a forma como o outro estabelece contato (os conhecidos tipos “auditivo”, “visual” e “cinestésico”). Mas será que pára por aí? Basta saber como o cliente se comunica para prestar um bom serviço a ele? Eu acredito que este seja só o começo!
Na Arquitetura Corporativa, por exemplo, é necessário muito mais do que apenas conhecer o modo de se relacionar da pessoa que o contratou. É preciso conhecer profundamente a empresa que o contratou… Esta é uma discussão muito mais abrangente, pois empresas são feitas de valores, missões, expectativas futuras. Empresas são feitas de planejamento financeiro, métodos, operações e organogramas. E, sobretudo, empresas são feitas de pessoas! E as pessoas são diferentes e possuem necessidades e interesses diferentes!
Desenvolver projetos e executar obras comerciais (de construção ou reforma) é um grande desafio, e o profissional contratado precisa estar qualificado a, antes de qualquer coisa, ouvir muito. Convocar os envolvidos (geralmente os gestores) e perguntar sobre suas expectativas é o primeiro passo. É claro que poderão ocorrer conflitos de interesses, um ou outro querendo um pouquinho mais de vantagens para sua área, mas nesta hora o arquiteto ou engenheiro deverá atuar como mediador e defender o que seja melhor para a empresa.
Por isso, além de conhecer as pessoas que ali trabalham, seus nomes, seus cargos, suas qualidades e defeitos, é fundamental saber “de onde veio e para onde quer ir” tal organização. E envolver os colaboradores nas ações que levarão a esta direção.
A definição do líder do projeto (na empresa) costuma ser o ponto de partida dos trabalhos. Ele é quem fará a ponte entre o escritório de arquitetura e as áreas técnicas da contratante. Tal profissional deverá acompanhar, junto ao arquiteto, as constantes análises dos cronogramas executivo e financeiro, a fim de evitar contratempos.
Bastante diferente do cliente residencial, cujo perfil geral solicita uma atenção maior em relação aos aspectos emocionais, comportamentais e culturais, o cliente corporativo tem as expectativas voltadas para produtividade, atenção às normas técnicas e leis, imagem corporativa e, principalmente, resultados e lucratividade.
O escritório de arquitetura contratado para atender este público deve ter em mente que o cumprimento de prazos e planilhas orçamentárias é premissa básica! Exceder um cronograma pode significar prejuízos enormes ao empresário, e seguramente isso não o deixará contente. É claro que também deve haver esse cuidado com o cliente residencial, mas em geral as dimensões das perdas são bem diferentes.
A intenção é não atrapalhar, de forma alguma, o bom funcionamento do negócio, e neste caso o gerenciador deve atuar bem próximo aos executores, para garantir os bons resultados.
Ao projetar espaços corporativos, o arquiteto deverá entender o negócio de uma maneira ampla, porém conhecendo detalhadamente a situação de trabalho em que cada usuário, ou equipe, está inserido, de forma que compreenda todos os processos físicos e mentais envolvidos.
E deve ter em mente a satisfação tanto do usuário quanto do empresário ou executivo.
Na Arquitetura Corporativa, por exemplo, é necessário muito mais do que apenas conhecer o modo de se relacionar da pessoa que o contratou. É preciso conhecer profundamente a empresa que o contratou… Esta é uma discussão muito mais abrangente, pois empresas são feitas de valores, missões, expectativas futuras. Empresas são feitas de planejamento financeiro, métodos, operações e organogramas. E, sobretudo, empresas são feitas de pessoas! E as pessoas são diferentes e possuem necessidades e interesses diferentes!
Por isso, além de conhecer as pessoas que ali trabalham, seus nomes, seus cargos, suas qualidades e defeitos, é fundamental saber “de onde veio e para onde quer ir” tal organização. E envolver os colaboradores nas ações que levarão a esta direção.
A definição do líder do projeto (na empresa) costuma ser o ponto de partida dos trabalhos. Ele é quem fará a ponte entre o escritório de arquitetura e as áreas técnicas da contratante. Tal profissional deverá acompanhar, junto ao arquiteto, as constantes análises dos cronogramas executivo e financeiro, a fim de evitar contratempos.
Informar ao cliente, por meio do líder, as principais decisões ou necessidades de alterações durante a obra é fundamental para o êxito do trabalho (efetuar correções não deve ferir o ego de ninguém!). Se o cliente tiver de ser surpreendido, que seja no cumprimento de prazos e na perfeita execução dos projetos idealizados.
Bastante diferente do cliente residencial, cujo perfil geral solicita uma atenção maior em relação aos aspectos emocionais, comportamentais e culturais, o cliente corporativo tem as expectativas voltadas para produtividade, atenção às normas técnicas e leis, imagem corporativa e, principalmente, resultados e lucratividade.
O escritório de arquitetura contratado para atender este público deve ter em mente que o cumprimento de prazos e planilhas orçamentárias é premissa básica! Exceder um cronograma pode significar prejuízos enormes ao empresário, e seguramente isso não o deixará contente. É claro que também deve haver esse cuidado com o cliente residencial, mas em geral as dimensões das perdas são bem diferentes.
A obra em si normalmente ocorre em horários noturnos, finais de semana e feriados, o que exige uma equipe muito qualificada e preparada para resolver imprevistos, pois nesses dias e horários geralmente não há opções de retaguarda, para compra de materiais por exemplo.
A intenção é não atrapalhar, de forma alguma, o bom funcionamento do negócio, e neste caso o gerenciador deve atuar bem próximo aos executores, para garantir os bons resultados.
Ao projetar espaços corporativos, o arquiteto deverá entender o negócio de uma maneira ampla, porém conhecendo detalhadamente a situação de trabalho em que cada usuário, ou equipe, está inserido, de forma que compreenda todos os processos físicos e mentais envolvidos.
E deve ter em mente a satisfação tanto do usuário quanto do empresário ou executivo.
Fonte: http://casaevida.com.br/arquitetura/arquitetura-corporativa
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